4 hábitos essenciais para viver mais e melhor a partir dos 40, segundo Harvard
- Gabriel Atoji Henrique
- 7 de mai.
- 2 min de leitura

Em Eating to Heal (Comer para se curar), o médico e cientista da Universidade de Harvard William Li compartilha orientações valiosas para quem deseja alcançar uma vida longa e saudável — com foco especial a partir dos 40 anos. Com base em evidências científicas, Li mostra que, apesar da genética ter algum papel na longevidade, o estilo de vida é o fator mais decisivo para envelhecer com bem-estar.
O primeiro alerta do médico é claro: evite alimentos ultraprocessados. Esses produtos afetam a microbiota intestinal, enfraquecem o sistema imunológico e aceleram o surgimento de doenças crônicas. Um segundo ponto de atenção são os plásticos e microplásticos presentes em utensílios do dia a dia. Eles já foram detectados na corrente sanguínea humana e podem chegar ao cérebro, impactando negativamente a saúde e a expectativa de vida.
Li também reforça a importância da atividade física regular, especialmente diante do estilo de vida cada vez mais sedentário da população. Ele recomenda que as pessoas se levantem pelo menos uma vez por hora e caminhem diariamente — atitudes simples que combatem problemas como diabetes, obesidade e doenças cardíacas.
Por fim, o cientista destaca a necessidade de consumir proteínas adequadas à idade e ao peso corporal. Após os 40 anos, o corpo começa a perder massa muscular, o que pode afetar diretamente a mobilidade e a qualidade de vida. Por isso, a ingestão de cerca de 50 a 60 gramas de proteína por dia, combinada com exercícios físicos, é essencial.
A mensagem de Li é direta e otimista: ao fazer escolhas conscientes e adotar hábitos saudáveis, é possível viver mais e com muito mais qualidade. Para os idosos que desejam um envelhecimento ativo, essas recomendações são um guia prático e acessível para cuidar do corpo e da mente todos os dias.
Publicação original: As 4 coisas que você deve fazer a partir dos 40 anos para ter uma vida longa e saudável, segundo cientista de Harvard - O Globo 17/01/2025




Comentários